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Alunos transformam salas de aula em partes do corpo humano para feira

A Escola Estadual José Leite Pinheiro Jr. recebeu visitantes da comunidade e de quatro outras escolas para a exposição interativa Na última sexta-feira (1), uma Escola Estadual da cidade de Itu passou por uma transformação com o objetivo de ensinar. Como parte da “Feira do conhecimento”, uma tradição na E.E. Professor José Leite Pinheiro Jr., […]

seg, 04.06.2012

A Escola Estadual José Leite Pinheiro Jr. recebeu visitantes da comunidade e de quatro outras escolas para a exposição interativa

Na última sexta-feira (1), uma Escola Estadual da cidade de Itu passou por uma transformação com o objetivo de ensinar. Como parte da “Feira do conhecimento”, uma tradição na E.E. Professor José Leite Pinheiro Jr., os 550 alunos de ciclo II e ensino médio projetaram e expuseram apresentações interativas para mostrar, por dentro, como o corpo humano funciona.

Estudantes de quatro outras escolas, além de pais, professores e a comunidade escolar entraram pela “boca” da escola e percorreram a mangueira de 100 metros que mostrava o caminho dos alimentos pelo esôfago, passando para dar uma olhadinha na traqueia e nos pulmões. A exposição ainda contou com um coração gigante, peças sobre o patrono da escola – que era pediatra -, jogos onde os próprios observadores eram os peões, além de painéis com buracos para os visitantes colocarem os rostos e tirarem fotos como desenhos em tamanho real da evolução humana.

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A professora coordenadora pedagógica Graziela Bardelli, uma das idealizadoras do tema, explicou o que significa a Feira do Conhecimento: “É um movimento de interação entre famílias, alunos e professores. É a construção do conhecimento”. Segundo ela, o desempenho dos alunos, que utilizaram o material aprendido em sala de aula, foi mais do que satisfatório. ”A escola toda se envolveu, direta ou indiretamente. Eles tiveram que ser criativos, inventar joguinhos, ou alguma coisa para o visitante tocar… Tudo bem lúdico.”, comentou a professora.

O conceito da feira, segundo Graziela, surgiu durante uma videoconferência que tratava sobre a prevenção da Hepatite, que deu a ideia de abordar a biologia como assunto principal. Já no ano passado, o tema do projeto foi em homenagem ao Ano Internacional das Florestas, e também realizado pensando na interatividade com o público.