30/04/15

Nota oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Cinco dos seis sindicatos que representam os professores, funcionários, supervisores e diretores da Educação de São Paulo não estão em greve porque entenderam o compromisso do Governo do Estado de manter a mesma política de valorização que garantiu aos funcionários da rede, desde 2011, aumento real de 21% (45% de aumento nominal). Essas entidades também compreenderam que, mesmo neste ano de declínio da atividade econômica no país, o governo anunciou aos funcionários, para este ano de 2015, o pagamento do maior bônus por merecimento da história: R$ 1 bilhão de reais, o triplo do valor pago em 2011.

O governo permanece aberto ao diálogo, inclusive com uma pauta que inclui outros compromissos, como o de expandir a assistência médica aos professores temporários. Diante disso, lamenta a decisão da Apeoesp de manter uma greve nitidamente contaminada por interesses incompatíveis com o momento econômico atual, que conflita com a harmonia que pauta o diálogo entre governo e professores e visa prejudicar o cotidiano de quatro milhões de alunos e de seus pais.

São lamentáveis as ações truculentas do sindicato assim como os comerciais de TV, adequadamente vetados pela Justiça, em que a Apeoesp pedia aos pais que não levassem seus filhos à escola - comerciais, diga-se, pagos com contribuições sindicais, extraído compulsoriamente do salário dos professores.

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