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Nota oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Em audiência realizada ontem, dia 7, no Tribunal de Justiça, a Secretaria da Educação reforçou a manutenção da política de reajuste salarial dos professores paulistas. De acordo com a decisão do Estado, a data-base do aumento será em julho e o percentual de ampliação dos vencimentos será definido após análise do cenário econômico e da […]

sex, 08.05.2015

Em audiência realizada ontem, dia 7, no Tribunal de Justiça, a Secretaria da Educação reforçou a manutenção da política de reajuste salarial dos professores paulistas. De acordo com a decisão do Estado, a data-base do aumento será em julho e o percentual de ampliação dos vencimentos será definido após análise do cenário econômico e da arrecadação registrada no semestre. A Pasta continua aberta ao diálogo, e uma nova reunião com sindicato já foi agendada para próxima quarta-feira. Esse será o sétimo encontro somente neste ano.

Diante disso, o governo lamenta mais uma vez a decisão da Apeoesp de manter uma greve nitidamente contaminada por interesses incompatíveis com o momento econômico atual, que conflita com a harmonia que pauta o diálogo entre secretaria e professores e visa prejudicar o cotidiano de quatro milhões de alunos e de seus pais. De acordo com os dados oficiais, o índice de comparecimento foi de 95% nesta semana, o que mostra que a grande maioria dos docentes permanece comprometida.

A atual política salarial já garantiu 45% de aumento a todos os professores do Estado nos últimos quatro anos, sendo 21% de aumento real. Neste ano de 2015, também foi feito o pagamento do maior bônus por merecimento da história: R$ 1 bilhão de reais, o triplo do valor pago em 2011.

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Nota oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Cinco dos seis sindicatos que representam os professores, funcionários, supervisores e diretores da Educação de São Paulo não estão em greve porque entenderam o compromisso do Governo do Estado de manter a mesma política de valorização que garantiu aos funcionários da rede, desde 2011, aumento real de 21% (45% de aumento nominal). Essas entidades também […]

qui, 30.04.2015

Cinco dos seis sindicatos que representam os professores, funcionários, supervisores e diretores da Educação de São Paulo não estão em greve porque entenderam o compromisso do Governo do Estado de manter a mesma política de valorização que garantiu aos funcionários da rede, desde 2011, aumento real de 21% (45% de aumento nominal). Essas entidades também compreenderam que, mesmo neste ano de declínio da atividade econômica no país, o governo anunciou aos funcionários, para este ano de 2015, o pagamento do maior bônus por merecimento da história: R$ 1 bilhão de reais, o triplo do valor pago em 2011.

O governo permanece aberto ao diálogo, inclusive com uma pauta que inclui outros compromissos, como o de expandir a assistência médica aos professores temporários. Diante disso, lamenta a decisão da Apeoesp de manter uma greve nitidamente contaminada por interesses incompatíveis com o momento econômico atual, que conflita com a harmonia que pauta o diálogo entre governo e professores e visa prejudicar o cotidiano de quatro milhões de alunos e de seus pais.

São lamentáveis as ações truculentas do sindicato assim como os comerciais de TV, adequadamente vetados pela Justiça, em que a Apeoesp pedia aos pais que não levassem seus filhos à escola – comerciais, diga-se, pagos com contribuições sindicais, extraído compulsoriamente do salário dos professores.