segunda-feira, 28/05/2012
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Cartas levam notícias de alunos para crianças internadas

Projeto correspondência, realizado na E.E. Adolfo Trípoli, estimula crianças a se corresponderem com estudantes das Classes Hospitalates Em tempos de internet, a comunicação tornou-se rápida e mensagens podem ser enviadas em um instante, um clique, um e-mail. No entanto, na escola Adolfo Trípoli, na zona sul de São Paulo, um meio diferente de se corresponder […]

Projeto correspondência, realizado na E.E. Adolfo Trípoli, estimula crianças a se corresponderem com estudantes das Classes Hospitalates

Em tempos de internet, a comunicação tornou-se rápida e mensagens podem ser enviadas em um instante, um clique, um e-mail. No entanto, na escola Adolfo Trípoli, na zona sul de São Paulo, um meio diferente de se corresponder tem movimentado a vida dos pequenos: a carta. Esse tem sido o meio de comunicação entre os alunos do quarto ano do Ensino Fundamental e as crianças que estudam na Classe Hospitalar do Hospital Infantil Darcy Vargas.

“Mostramos um vídeo sobre as crianças que frequentam as classes hospitalares aos alunos aqui da escola e eles ficaram interessados em escrever as cartas. Dessa forma, começou o Projeto Correspondência”, conta Eliane de Oliveira Matos, coordenadora das Classes Hospitalares da E.E. Adolfo Trípoli.

No projeto, as crianças escrevem cartas se apresentando para os alunos pacientes que ainda não conhecem. Os pequenos perguntam sobre gostos, atividades e detalhes da vida de seus colegas do hospital Darcy Vargas. As mensagens são levadas por Eliane e distribuídas aleatoriamente para os estudantes internados.

Para muitos, a experiência de escrever uma carta foi nova. “Nós os ensinamos sobre a estrutura da carta e os ajudamos a elaborar o que gostariam de dizer”, explica a professora Meirice Pereira Pinto. “Eles gostaram de escrever as cartas, a maioria tinha curiosidade em saber como é a rotina de estudos desses alunos no hospital”, comenta.

Para a aluna Giovana Rodrigues, de 10 anos, o mais importante do projeto é levar alegria aos colegas internados. “Eu gostei de escrever essas cartas para eles, pois sei que ficarão muito felizes quando as receberem”, revela a estudante, que confessou estar ansiosa pela resposta de seu mais novo amigo.


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