sábado, 14/07/2012
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Conheça as mulheres que aprenderam a bordar no Escola da Família

Guiadas pela designer Liana Bloisi, o grupo criou o “Mulheres Bordando o Sete”, com o objetivo de gerar uma renda para a comunidade a partir da prática desenvolvida na escola Cultura esporte e saúde não são todas as práticas que acontecem nos finais de semana durante o Escola da Família, nas unidades da rede estadual […]

Guiadas pela designer Liana Bloisi, o grupo criou o “Mulheres Bordando o Sete”, com o objetivo de gerar uma renda para a comunidade a partir da prática desenvolvida na escola


Cultura esporte e saúde não são todas as práticas que acontecem nos finais de semana durante o Escola da Família, nas unidades da rede estadual de São Paulo. A profissionalização da comunidade escolar também faz parte do eixo principal do programa, tendo como mais novo exemplo o “Mulheres Bordando o Sete”, na Escola Estadual Presidente Café Filho.

Aos sábados, um grupo de mulheres da região do bairro Jardim Ipê, na capital do estado, começaram a se juntar sob a tutela da designer Liana Bloisi, que já realizou ações semelhantes em várias partes do Brasil. Na oficina, elas aprenderam diversos pontos, descobriram como utilizar a natureza e a paisagem local como fonte de inspiração para forma e cores, mas, principalmente, aprenderam a administrar tempo e material como uma verdadeira empresa.

Liana, orgulhosa pela evolução da equipe, afirmou que esse foi só o primeiro passo: “Não adianta começar se não há, realmente, uma continuidade. É uma questão de perseverança. Para mim, a continuidade dos resultados é a principal herança que fica para a comunidade”. A professora aproveitou o dia 7 de julho, último do projeto que já vinha durando mais de um mês, para deixar que as próprias alunas mostrassem o que mais gostaram e quais são suas expectativas.

“Mudou muito minha vida, pois, através do bordado eu me sinto mais útil, porque eu sei que eu vou dar seguimento ao trabalho. Vou trabalhar e vou ajudar na renda da minha família”, contou Margarida Floriano, que somou o bordado às outras experiências que já tinha com o crochê e o fuxico. “Se nós vamos continuar, teremos uma porta aberta na escola Café Filho. Não é só uma oportunidade pra mim, mas pro grupo”, completou.