quarta-feira, 10/06/2009
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Estudantes de Praia Grande apresentam invenções no Desafio da Unicamp

Escola venceu a competição em 2008 e agora usará a tecnologia na preservação do gavião-real, em extinção no Brasil Nesta quarta-feira (10/6), 31 estudantes da Escola Estadual Adelaide Patrocínio dos Santos, em Praia Grande, litoral sul de São Paulo, vão apresentar suas invenções tecnológicas no Desafio Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). A competição estimula o […]

Escola venceu a competição em 2008 e agora usará a tecnologia na preservação do gavião-real, em extinção no Brasil

Nesta quarta-feira (10/6), 31 estudantes da Escola Estadual Adelaide Patrocínio dos Santos, em Praia Grande, litoral sul de São Paulo, vão apresentar suas invenções tecnológicas no Desafio Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). A competição estimula o gosto pela ciência e pela robótica nos alunos da rede pública e privada. Neste ano, a meta é criar um equipamento que contribua com o meio ambiente.

Às 10h, o caminhão do Museu Exploratório de Ciências da Universidade vai até a escola realizar testes com os protótipos construídos pelos estudantes para ajudar na preservação do gavião-real, ave em extinção no Brasil.

O veículo conta com uma espécie de “arena”, onde serão exibidos os equipamentos.

Escola campeã

Na edição de 2008, a unidade do litoral paulista foi vencedora da categoria Fundamental I, com um protótipo de colheitadeira de laranjas feito com materiais recicláveis como garrafas PET e madeira. A máquina coletou laranjas em um pomar artificial criado na própria Unicamp.

O professor Denílson dos Santos, que orienta os alunos da escola Adelaide sobre o projeto, afirma que eles estão empolgados. “Como a unidade foi vencedora no ano passado, os jovens ficaram estimulados a participar. Eles têm um grande interesse por ciências”.

Preservação do gavião-real

Neste ano, o Desafio Unicamp vai premiar estudantes que conseguirem desenvolver um equipamento capaz de resgatar os ovos do gavião-real.

A ave bota dois ovos por vez, mas assim que um dos filhotes nasce, ele mata o outro para evitar a competição por alimento. O desafio é retirar um destes ovos antes que mais um exemplar da espécie seja extinto. O ovo será levado para cativeiro e alimentado pelos cientistas até que ele consiga se alimentar sozinho.