quarta-feira, 26/06/2019
Inova Educação

Formação do Inova Educação bate mais de 100 mil inscritos

Professores têm até o dia 30 de junho para cursar o programa em três categorias: projeto de vida, eletivas e tecnologia

O programa de formação de professores para o Inova Educação, nova política educacional de São Paulo, atingiu mais de 100 mil inscrições nesta semana, entre professores da rede estadual e também da rede municipal.

Inscrições podem ser feitas aqui (link)

Até o fechamento desta matéria, às 16h40 da quarta-feira (26), a formação bateu 104.399 inscritos.

O foco do curso é discutir o jovem do século XXI e suas dinâmicas e anseios. Quais são suas expectativas? O que ele quer para sua vida? E como enxerga a escola e o papel do professor? São perguntas respondidas pela formação, composta por trinta horas de conteúdos ministrados à distância, na plataforma AVA-EFAPE, e que podem ser cursados livremente pelo professor, desde que cumpra a formação até o dia 18 de agosto.

“O resultado é um sinal de que a rede está animada com as propostas. A maioria se inscreveu para participar dos três componentes. Assim, os professores vão interligando uns aos outros e passando aos alunos”, comemora Bruna Waitman, coordenadora de educação integral na COPED.

A formação do Inova Educação também tem como premissa levar boas práticas desenvolvidas na rede como forma de inspirar professores e mostrar que boas ideias podem ser desenvolvidas por todos. Nosso desafio não é só levar tecnologia e infraestrutura para as salas de aula, mas também ‘virar a chavinha’ para um outro olhar para a tecnologia”, afirma a professora. A disciplina de tecnologia não versa só sobre equipamento Hi-Tec ,mas sobre visão e utilização adequada de todo tipo de tecnologia”, explica Debora Garofalo, Débora Garofalo, responsável por comandar a eletiva de tecnologia na Secretaria da Educação.

Ao término da formação, os professores terão pelo menos quatro meses para pensar em quais eletivas querem ofertar aos estudantes. O processo também será diferente, e partirá do diálogo com os estudantes e o que querem aprender. Também é possível ofertar conteúdos locais, que dialoguem com a comunidade e a realidade local.

Uma formação que muda o próprio papel do professor. “O jovem de hoje é conectado, antenado, gosta de questionar e quer ser protagonista do próprio aprendizado. O professor é muito mais um tutor e mediador do conhecimento que um simples demonstrador de conteúdos”, finaliza Haroldo Rocha, secretário executivo da Educação.