terça-feira, 17/05/2016
Grêmio Estudantil

Ação Jovem Mozart muda postura e atitude de alunos

Grêmio Estudantil atua na E.E. Professor Mozart Tavares de Lima

Em qualquer lugar da sociedade sempre existe alguma coisa para ser melhorada. É assim em casa, no trabalho, nas relações pessoais e profissionais. Na escola, ambiente de aprendizado de jovens e adolescentes, não é diferente.

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Para construir uma relação de respeito e harmonia, a Educação estimula os alunos a criarem Grêmios Estudantis. Esses grupos têm voz ativa na administração da escola, apresentando suas ideias e opiniões sobre a gestão e sobre o que pode melhorar na unidade de ensino. Alguns deles, ajudam até na construção da personalidade e caráter dos jovens. É o caso do grupo Ação Jovem Mozart, da E.E. Professor Mozart Tavares de Lima, em São Paulo.

Desde 2014 atuando na unidade de ensino, o grupo já promoveu inúmeras atividades para melhorar a escola, que vão desde a criação de sabão sustentável para a comunidade, até projetos de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, de monitoramento de outros alunos no intervalo escolar, entre outras coisas. Mas é a construção do protagonismo juvenil que tem destacado os gremistas.

“A partir do momento que eu ingressei no grêmio estudantil, eu aprendi a trabalhar em equipe. Eu vi que eu sozinho não chego a lugar algum, preciso daquele conjunto, daquela equipe ao meu lado”, afirma o jovem Alexsandro Santos de Oliveira, diretor de eventos no grupo.

“Quando eu entrei no grêmio estudantil, eu era muito tímida. E desde então estou aprendendo a deixar a timidez cada vez mais para trás, estou aprendendo a dialogar mais”, revelou Jéssica Martins, diretora social do grêmio Ação Jovem Mozart.

Postura na visão dos professores

Coordenadora do grupo gremista, a professora Marilda de Fátima Salles Amorim destaca a postura como o diferencial entre um jovem gremista e um que não atua nos grêmios. “O aluno que não atua ele não tem aquela visão do que eu posso fazer e o que eu não posso fazer. Já o aluno gremista ele já tem a visão das reuniões, o que pode, o que não pode, quais são as regras, entre outras coisas”.

“Eu avalio de uma forma positiva o protagonismo desses jovens. Os alunos que compõe o grupo estão com uma visão completamente diferente, eles têm a visão do ‘ter que cuidar’ e com isso eles acabam multiplicando para o restante”, afirma Marcela da Silva Manoel, professora mediadora.