quarta-feira, 08/05/2019
Boas Práticas

FAQ: #Aluno e #Professor, saibam tudo sobre o Inova Educação

Tire todas suas dúvidas e questionamentos sobre o Inova Educação

Na última segunda-feira, o Governo de SP lançou o Inova Educação. Trata-se de um modelo pedagógico pioneiro que vai conectar as escolas à realidade dos estudantes do século 21 e será ofertado a partir de 2020 a todos os dois milhões de estudantes matriculados nos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio na rede estadual de São Paulo.

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Para esclarecer a alunos, professores, coordenadores e diretores, a Educação preparou um FAQ – as perguntas mais frequentes, com respostas sobre os principais pontos do programa.

FAQ – INOVA EDUCAÇÃO

O que é o novo programa?
O Inova Educação tem como objetivo tornar a escola mais conectada com os sonhos e as necessidades dos adolescentes e jovens e os formar para as competências do Século 21. Todos estudantes do ensino fundamental anos finais e do ensino médio terão componentes de Projeto de Vida, Tecnologia e Eletivas. As Eletivas serão escolhidas pelos estudantes, conforme as possibilidades oferecidas pela escola. O novo programa coloca os estudantes no centro do processo de aprendizagem, promovendo seu engajamento e protagonismo.

Quando essas mudanças começam a valer?
As mudanças serão implementadas a partir de 2020. Assim, as escolas, os estudantes e as famílias terão 08 (oito) meses para se organizarem.

Como ficará a nova grade horária das escolas?
O tempo de aula será aumentado de 5h para 5h15min e o número de aulas diárias de 6 para 7, com alteração da duração das aulas de 50 para 45 minutos. Serão 5 novos tempos por semana, sendo 2 para projeto de vida, 2 para Eletivas e 1 para Tecnologia.

Os novos componentes são obrigatórios?
Sim. O estudante poderá fazer escolhas sobre quais Eletivas quer cursar, mas todos estudantes terão semanalmente 2 (dois) tempos de Projeto de Vida, 1 (um) de Tecnologia e 2 (dois) de Eletivas.

Qual o motivo dessas mudanças?
As mudanças têm como objetivo trazer mais sentido para a escola e engajar os estudantes, promovendo a aprendizagem de todos por meio de uma educação integral que trabalhe as competências para o Século 21. A proposta é garantir que o estudante se desenvolva plenamente, tanto a partir de habilidades cognitivas quanto socioemocionais. O programa é uma forma de ampliar para toda a rede as experiências exitosas do Programa Ensino Integral (PEI) e do Escola de Tempo Integral (ETI) e as práticas bem-sucedidas já implementadas por diversas escolas da rede em período parcial.

Haverá diminuição de tempo de alguma disciplina?
Todas as disciplinas regulares ficam mantidas e não haverá exclusão de nenhuma delas.

A educação integral necessariamente acontece em tempo integral?
Não. A educação integral compreende o desenvolvimento pleno do estudante, considerando tanto habilidades cognitivas quanto socioemocionais. Ela pode ocorrer em qualquer escola e tempo – parcial ou integral. Inclusive, a Secretaria já iniciou a implementação do programa de educação integral em tempo parcial em 24 escolas da rede que ofertam anos finais do ensino fundamental.

O que são habilidades cognitivas?
Habilidades cognitivas são aquelas que permitem que os estudantes aprendam, isto é, assimilem e compreendam conteúdo. De forma geral, podem ser definidas como a capacidade mental de raciocinar, planejar, pensar de forma abstrata, compreender ideias complexas e aprender a partir da experiência. São a partir das habilidades cognitivas que os estudantes aprendem e mobilizam conhecimentos para resolver problemas. A leitura e a compreensão de um texto, a resolução de um problema de matemática e a rapidez para calcular são alguns exemplos de habilidades cognitivas.

O que são habilidades socioemocionais?
Habilidades socioemocionais são aquelas que preparam os estudantes para reconhecer e trabalhar com suas emoções, lidar com conflitos, resolver problemas, relacionar-se com outros, mostrar empatia, estabelecer e manter relações positivas, fazer escolhas seguras e éticas, tomar decisões responsáveis, contribuir com a sociedade e estabelecer e atingir metas de vida. Parte delas constituem as chamadas competências para o Século 21. Lembrando que, competência, como definida na Base Nacional Curricular Comum (BNCC), refere-se à mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho.

O que são as competências para o Século 21?
As competências para o Século 21 englobam um conjunto variado de conhecimentos, habilidades e atitudes, incluindo habilidades de inovação e aprendizagem tais como criatividade, pensamento crítico, resolução de problemas, comunicação e colaboração, conhecimentos e habilidades tecnológicos (programação, mídias digitais, etc.), habilidades de carreira e vida como flexibilidade, adaptabilidade, iniciativa, proatividade, autocontrole, gratidão, liderança e responsabilidade. Muitas dessas habilidades são socioemocionais e estão associadas a habilidades cognitivas. As competências para o Século 21 estão relacionadas ao sucesso na vida e a uma inserção mais qualificada em um mercado de trabalho, o qual está em constante mudança em função das transformações tecnológicas.

Por que desenvolver habilidades socioemocionais na escola?
A escola, em conjunto com as famílias, tem papel fundamental no desenvolvimento de habilidades socioemocionais que tanto ajudam na melhoria da aprendizagem dos estudantes. O desenvolvimento de habilidades socioemocionais é ainda mais importante para estudantes que vivem em situação de vulnerabilidade e, portanto, têm menos oportunidades. Além de melhorar o aprendizado e facilitar a aquisição de habilidades cognitivas, o desenvolvimento socioemocional tem impacto em realizações futuras na vida dos estudantes e gera benefícios para toda a sociedade.

É possível desenvolver habilidades socioemocionais na escola?
Sim. Diferentes estudos apontam o papel da escola no desenvolvimento das habilidades socioemocionais. As escolas podem promover contextos de aprendizagem propícios ao seu desenvolvimento. O componente Projeto de Vida é um exemplo de como trabalhá-las. Há diversas experiências de desenvolvimento de habilidades socioemocionais nas escolas em todo o mundo, sobretudo por meio de currículos inovadores. No Brasil, um exemplo é o da rede pública estadual do Rio de Janeiro que implementou um programa para promover habilidades socioemocionais em alunos do ensino fundamental e do ensino médio obtendo resultados significativos, conforme avaliação feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pelo Instituto Ayrton Senna.

Com essa mudança, as escolas do Programa Ensino Integral (PEI) acabarão?
Não. O Programa Ensino Integral continuará em execução nas escolas, inclusive, com expansão ao longo dos próximos anos. Esta mudança foi pensada para permitir que todos os estudantes tenham acesso a conteúdo e atividades que já funcionam bem no PEI.

Esses novos componentes impactam no clima escolar, redução da violência e do bullying?Sim. Diversas pesquisas demonstram que o desenvolvimento de habilidades socioemocionais permite a prevenção de casos de bullying e violência escolar, ao trabalhar o engajamento do jovem com os outros.

Todos os estudantes cursarão Eletivas, Projeto de Vida e Tecnologia?
Todos os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio matriculados no período diurno cursarão os novos componentes. Para os estudantes do período noturno, será implementado primeiro um piloto do programa em 2020 que será escalonado em 2021.

Como será a implementação do modelo no turno da noite?
Para o ensino noturno, faremos um piloto em 2020, inspirado em modelos exitosos já implementados na rede, para dar conta das especificidades desse tipo de escola. Um exemplo é o da EE Ítalo Betarello que instituiu tempos de Eletivas e Projeto de Vida às sextas-feiras.

O que será trabalhado em Projeto de Vida?
Assim como já acontece nas Escolas de Tempo Integral e Programa Ensino Integral (PEI), os estudantes farão discussões sobre sonhos, projetos, mundo do trabalho, vida acadêmica etc. Essas conversas serão conduzidas a partir das respostas para perguntas como: Quem sou eu? Quem eu quero ser quando crescer? O que eu preciso fazer para chegar lá? O componente de projeto de vida também é um espaço para o desenvolvimento das competências socioemocionais, que tem um papel fundamental para a aprendizagem nas disciplinas tradicionais, como Língua Portuguesa e Matemática, assim como para a empregabilidade futura dos estudantes.

Como os estudantes serão avaliados nas disciplinas de Projeto de Vida, Eletivas e Tecnologia?
As disciplinas não terão avaliação numérica e nem reprovação, exceto por faltas. O professor fará o acompanhamento da turma de estudantes e de seus projetos ao longo do semestre.

O que será trabalhado na disciplina de Tecnologia?
Na disciplina de Tecnologia serão trabalhados conceitos básicos nos eixos de cultura digital, pensamento computacional, cidadania digital e mundo digital. O mundo está em constante movimento e os avanços tecnológicos estão cada vez mais rápidos. Essa tendência torna indispensável para qualquer sistema de ensino se adaptar e oferecer aos seus estudantes conhecimentos e competências para prepará-los para entender e lidar com a tecnologia, pessoalmente e profissionalmente. Que estudante hoje não tem acesso ao imenso conjunto de informações presentes na internet e em outros meios de comunicação? Por isso, é fundamental que o desenvolvimento de competências relacionadas ao uso da tecnologia e a efetiva inserção nos meios digitais estejam presentes no currículo das escolas.

O que será trabalhado nas Eletivas?
O conjunto de Eletivas oferecidas em uma escola será definido a partir do levantamento das necessidades e dos anseios dos estudantes e das possibilidades de oferta dos professores. Cada escola organizará um “Feirão de Eletivas” no início do ano, para que todos discutam conjuntamente quais serão as Eletivas ofertadas, com base nos interesses e projetos de vida dos estudantes e nas formações e vocações dos professores. Para apoiar o processo, será disponibilizado pela Secretaria um cardápio com algumas opções de Eletivas a partir do levantamento de experiências de sucesso da rede.

Qual será o cardápio de Eletivas disponibilizado pela Secretaria?
O cardápio de Eletivas abarcará os seguintes temas: empreendedorismo, ética e cidadania, olimpíadas de conhecimento, teatro, comunicação não violenta e mediação de conflitos, entre outras a serem definidos junto com a rede.

Os estudantes irão participar da definição das Eletivas que serão ofertadas?
Sim. O estudante participará da definição do conjunto das Eletivas e poderá escolher entre as opções disponíveis no mesmo horário. O ponto de partida será o Projeto de Vida de cada adolescente e jovem.

Os estudantes poderão cursar Eletivas com estudantes de outras salas e anos/séries?
Sim. Eletivas serão oferecidas no mesmo horário para garantir a possibilidade de escolha do estudante. Os estudantes do 6º e do 7º anos poderão cursar Eletivas juntos. O mesmo vale para 8º e 9º anos. Por fim, os estudantes da 1ª, 2ª e 3ª série do Ensino Médio também poderão se misturar na disciplina de Eletivas. A mediação do professor e o currículo voltado ao desenvolvimento de habilidades múltiplas são peças-chave desse processo.

É possível fazer Eletivas em outras escolas?
Não. Os estudantes poderão cursar as Eletivas somente na escola em que estão matriculados. O leque das Eletivas ofertadas será construído a partir dos projetos de vida e anseios dos adolescentes e jovens de cada escola.

Haverá alguma mudança na alimentação ou no transporte escolar dos estudantes?
O transporte escolar será adequado tendo em vista o acréscimo de 15 minutos por dia de tempo de aulas. Serão feitas alterações a partir dos novos horários de saída dos turnos matutino e vespertino visando o atendimento de todos os alunos que necessitam do transporte escolar. Quanto à alimentação escolar, não haverá alterações.

As escolas atuais terão condições físicas para que alunos e professores trabalhem com o uso de tecnologia?
A proposta foi desenhada para funcionar em todas as escolas da rede. A disciplina de Tecnologia será implementada em cada escola considerando o seu nível de maturidade de infraestrutura, de formação de professores etc. Uma pesquisa censitária realizada em 2016 para mapear estes aspectos será usada para definir estes níveis de maturidade. Além disso, outros levantamentos serão feitos para mensurar as competências digitais dos professores.

Como garantir a qualidade dos novos componentes?
Ao final de cada semestre, professores e estudantes irão avaliar os novos componentes e propor ajustes contínuos para seu aprimoramento nos próximos semestres. Além disso, o trabalho do professor será referendado pelo Conselho Escolar a partir daquilo que foi produzido pelos estudantes. A proposta é que este modelo seja levado aos poucos para as demais disciplinas e discutido com toda a rede.

Qual será a duração de uma eletiva?
Cada eletiva ocupa um tempo de 45 minutos por semana e tem a duração de um semestre, totalizando 15 horas.

As disciplinas Eletivas constarão no histórico escolar?
Sim. O modelo do histórico escolar será revisto conforme definições da nova matriz. A Secretaria está trabalhando para fazer os ajustes necessários no sistema.

A redução da aula para 45 minutos não irá prejudicar a aprendizagem dos estudantes?
Não. A aprendizagem dos estudantes não será prejudicada, pois, a partir de estratégias de gestão de aprendizagem, a proposta é tornar o tempo de aula mais produtivo. Estudos sobre tempos de aula mostram que o mais importante não é a quantidade, mas sim como o tempo é utilizado, especialmente no que concerne à gestão da sala de aula e à oferta de conteúdos que se conectam com as necessidades de aprendizagem dos estudantes. No novo programa, os estudantes terão mais tempo e mais aulas. A Secretaria vai investir em formações para que os professores aprimorem o uso do tempo em sala de aula a partir de estratégias consolidadas na literatura nacional e internacional.

Essa mudança significa que vamos ganhar dias letivos no ano? Quantas horas/dias a mais teremos por etapa?
Não vamos ganhar dias letivos. Mas teremos um ganho de 50 horas por ano por etapa, uma vez que serão acrescidos 15 minutos a mais de aula por dia letivo. Os estudantes terão não apenas mais aulas como também mais tempo de aula.

Quais professores poderão lecionar essas novas disciplinas?
Os professores interessados em lecionar as disciplinas participarão de um processo seletivo, conduzido pelo diretor. Este processo selecionará de forma transparente e levará em consideração tanto o perfil do professor como o pré-requisito de ter cursado as formações que estarão disponíveis para todos. Todos os professores da rede que tiverem interesse serão formados nos novos componentes com uma carga horária de 60h.

Como serão as formações para os professores?
As formações serão organizadas em dois módulos, um de conteúdo básico, para que os professores se apropriem do novo modelo, e um de conteúdo aprofundado, para entendimento mais detalhado das estratégias de implementação. O módulo básico terá uma carga horária de 30h, sendo 8h sobre adolescência e juventudes e 22h sobre Projeto de Vida ou Eletivas ou Tecnologia. O módulo avançado terá 30h e irá aprofundar os conteúdos vistos no módulo básico e fornecerá mais insumos para implementação exitosa do novo modelo. O objetivo das formações é dar clareza sobre o novo modelo, fortalecer o entendimento sobre o universo do adolescente e do jovem e preparar os professores para lecionarem os 3 novos componentes. Junto com a formação serão fornecidos materiais de suporte. Além destas horas obrigatórias de formação para lecionar os novos componentes, módulos complementares de 30 horas estarão disponíveis.

A remuneração do professor será diminuída por conta da redução dos minutos da hora/aula?
A remuneração continua a mesma, assim como o número de aulas de cada professor por jornada. Além disso, abre-se a possibilidade para que professores lecionem mais disciplinas, tendo em vista o aumento no número de aulas para os alunos. Um professor que hoje tem 32 aulas, por exemplo, pode continuar tendo essas mesmas 32 aulas e recebendo a mesma remuneração que recebia anteriormente. Os docentes com menor jornada e carga horária terão possibilidade de pegar mais aulas.

O novo currículo ainda não está homologado, como a Secretaria consegue trazer essa proposta?
Essa proposta, assim como o currículo, tem como ponto de partida as adequações previstas na Base Nacional Curricular Comum. Portanto, o novo currículo levará em conta tais alterações.

Como ficará a organização da grade de horários das 329 escolas que ofertam Ensino Fundamental Anos Iniciais no mesmo turno com Anos Finais?
As 329 escolas que possuem Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais no mesmo turno (matutino ou vespertino) terão um acréscimo de 15 minutos por dia.

Para a turmas de Anos Iniciais dessas escolas, esse acréscimo de tempo será destinado ao intervalo para o desenvolvimento de atividades variadas (leitura, brincadeiras etc.), de acordo com a proposta pedagógica da escola, visando aumentar o tempo de convivência dos estudantes dos Anos Iniciais.

Como será o processo de atribuição de aulas?
O processo de atribuição de aulas não mudará. Serão feitas as devidas alterações no sistema para que as mudanças em curso sejam incorporadas. A única diferença é que os professores terão a oportunidade de optar pelos novos componentes de projeto de vida, tecnologia e eletivas ainda em 2019.

Os professores da própria escola poderão lecionar esses componentes?
Sim. Caso demonstrem interesse no momento da inscrição para a atribuição de aulas e possuam o perfil adequado para lecioná-las, os professores da escola poderão ter os componentes atribuídos, de acordo com as regras de classificação e decisão da equipe gestora da unidade escolar, independentemente da área da licitação do professor.

Os professores que optarem irão receber algum apoio para lecionar os novos componentes?
Todos os professores interessados em lecionar as novas disciplinas terão 30 horas de formação em 2019. Posteriormente, os profissionais selecionados para lecionar as disciplinas receberão mais 30 horas de formação continuada para aprofundar seus conhecimentos.

Quando começarão as formações para os professores que se interessarem em lecionar as novas disciplinas?
As datas e cronograma de formação serão informados posteriormente. A EFAPE está trabalhando em um calendário de formação que será divulgado para todos.

Como ficarão os ATPCs?
Os professores dos componentes de eletivas, projeto de vida e tecnologia participarão obrigatoriamente dos ATPCs, da mesma forma que os professores dos demais componentes.

Como o diretor e PCs saberão gerir a escola com as novas disciplinas?
Todos os diretores e professores coordenadores participarão de formações de 30 horas e receberão orientações e suporte das Diretorias de Ensino e da equipe técnica da sede.

Quando as formações para diretor, PC e demais servidores começarão?
As datas e cronograma de formação serão informados posteriormente. A EFAPE está trabalhando em um calendário de formação que será divulgado para todos.

Como essas mudanças vão entrar na grade horária do PEI e do ETI, que não têm tecnologia como componente hoje?
Tecnologia será incluída como um dos componentes da parte diversificada. As matrizes curriculares das escolas de tempo integral serão alteradas em consonância com o novo programa.