sexta-feira, 30/11/2012
Ensino Integral

Pais revelam como o Ensino Integral mudou o comportamento dos filhos

Segurança, planejamento e estudo. Para Walmira Ribeiro – mãe da aluna Jéssica, do 1º ano da escola estadual Walter Ribas, em Cajamar – essas são as palavras-chave que tornam o Ensino Integral tão especial para os 4,5 mil alunos que estudam em unidades de ensino que oferecem o modelo. Mas nem sempre Walmira pensou assim.  “No […]

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Segurança, planejamento e estudo. Para Walmira Ribeiro – mãe da aluna Jéssica, do 1º ano da escola estadual Walter Ribas, em Cajamar – essas são as palavras-chave que tornam o Ensino Integral tão especial para os 4,5 mil alunos que estudam em unidades de ensino que oferecem o modelo. Mas nem sempre Walmira pensou assim. 

“No começo achava que não seria tão bom porque minha filha não poderia mais me ajudar nas tarefas de casa, mas depois percebi o quanto estava fazendo bem para ela e como estava envolvida nos trabalhos da escola”, comenta Walmira.

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Hoje, Jéssica deixou os sonhos antigos de lado, como estudar apenas meio período para trabalhar no outro. A estudante quer ir além e por isso planeja ingressar em uma faculdade de Educação Física e depois fazer pós-graduação em Dança.

Para Walmira, além de a filha pensar mais no futuro e se empenhar para tornar os planos realidade, saber onde a filha está durante todo o dia é um alívio para os pais que trabalham. “O pai nunca está presente 24 horas e saber que ela está na escola e não na rua, me deixa mais tranquila e segura. Ano que vem quero até matricular minha filha mais nova nesta escola também”, afirma.

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A impressão que a família de Edilaine teve do Ensino Integral não foi diferente. Sua mãe Adriana, conta que a escola foi responsável por uma grande mudança no comportamento da filha, que costumava ser desobediente. “Hoje eu sinto que ela está diferente, chega sempre empolgada, contando as novidades. Já está até triste com a chegada das férias”, revela Adriana.

Assim como Jéssica e Edilaine, outros 16 mil estudantes terão oportunidade de cursar este modelo de ensino em 2013. No próximo ano letivo, 53 unidades passam a oferecer o modelo. As novas unidades – cinco na capital e as restantes distribuídas pelo interior do Estado – levarão a nova proposta também para os anos finais do Ensino Fundamental.