quinta-feira, 27/06/2019
Boas Práticas

Como foi a visita de estudantes de Osasco em Estação de Tratamento de Esgoto da capital

Visita aconteceu no dia 19 de junho

Os estudantes da Escola Estadual Armando Garban conheceram, na quarta-feira (19), a Estação do Tratamento de Esgoto da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) da região metropolitana do ABC. Cerca de 34 estudantes do ensino médio, que pertencem a Equipe Permanente de Alunos que coordenam as ações ambientais da escola, participaram da visita.

“O foco principal do trabalho de educação ambiental deste é a coleta e tratamento dos esgotos, por isso é importante que as crianças conheçam como todo o processo funciona e a importância que ele tem no nosso dia a dia”, disse o professor de história José Sebastião Rodrigues.

A visita começou com a palestra do técnico em sistema de saneamento da Sabesp Patrick Baldassin, que explicou aos estudantes como funciona o tratamento de esgoto. Logo depois, os levou para conhecer na maneira prática como é feito o processo. Também foi exibida a estação elevatória final, as caixas de areia, os decantadores primários e secundários e os tanques de aeração.

Durante todo o passeio foi ressaltado pelo técnico a importância do trabalho da Sabesp. “O não tratamento da água pode causar a morte dos peixes, odores nocivos à população, criação de escuma, alteração na cor da água e a manifestação de doenças”, disse Patrick, que também ressaltou a o objetivo da empresa: “Nós evitamos que ocorram essas situações e protegemos o meio ambiente, cuidando assim, da qualidade de vida da população”.

Os participantes destacaram papel importante que realizam na escola, visando a preservação do meio ambiente. “Nós fazemos coleta na escola, de papeis, pilhas e baterias. A quantidade de resíduos diminuiu muito”, disse a aluna do primeiro colegial Paloma Oliveira, que também mostrou como o comportamento dos jovens mudaram na escola: “Hoje nós não desperdiçamos as folhas de nossos cadernos”.

Os comportamentos dos estudantes mudaram dentro de casa também, como no caso do Guilherme Jackson, estudante do primeiro colegial: “Eu fico no pé nos meus familiares para que gastem menos detergente e água. Agora nós reciclamos o lixo em casa para que eu possa levá-lo na escola e o descarte ser feito de maneira correta”.