sexta-feira, 27/01/2017
Boas Práticas

Conheça projetos da rede estadual selecionados na maior feira científica do Brasil

Onze trabalhos de alunos participam da edição 2017

Em março, 21 alunos dos ensinos Fundamental e Médio vão representar a Educação na Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia). O evento científico pré-universitário é o mais importante da área e há mais de 10 anos revela talentos. Neste ano, serão ao todo 11 projetos. Todos inéditos e criados nas aulas de Biologia, Química, Matemática e Física. Conheça agora um pouco sobre os trabalhos:

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Resíduos domésticos

O lixo produzido em casa é um dos maiores problemas das cidades. No Brasil, mais de 170 milhões não são atendidos pela coleta seletiva. Com esse problema em mãos, os alunos Wesley Santos e Bruno Gaspar, da E.E. Profª Adelaide Maria de Barros (Mogi das Cruzes) criaram um aplicativo para gerenciamento dos resíduos domésticos. A função do app é simples. Um banco de dados indica onde estão e a forma de descartar materiais como óleo, reciclados e orgânicos. A ideia é que empresas também possam utilizar a ferramenta para coleta de compostos.

Medidor para sonâmbulos

As causas do sonambulismo ainda não são totalmente conhecidas dos médicos. Mas os cuidados com quem sofre da síndrome ganharam reforço. Construído em uma aula eletiva na E.E. Alexandre Von Humboldt (São Paulo), o medidor cardíaco tem o objetivo de monitorar os batimentos. Além disso, o dispositivo criado pela aluna Natlhalia de Oliveira, traz um componente capaz de estimular o paciente a acordar, sem que reaja de forma brusca.

Colete detector de objetos

Ruas esburacadas e sem rampas são inimigas das pessoas com alguma deficiência. No caso dos visuais, a disposição de objetos pelo caminho podem contribuir para acidentes. A saída encontrada pelo trio Julia Rocha, Gabriela Garrido, Ludimila Moraes, da E.E. Professor José Claret Dionísio (Hortolândia), foi criar um colete que detecta em vibrações obstáculos acima da altura dos ombros.  Uma placa solar acoplada na parte das costas é responsável por carregar as baterias do colete.

Além destes, estão na disputa: Colocando à prova o briquete (carvão ecológico); Introdução ao triturado de pet na produção de massa de construção; O jovem infrator: impacto do toque de acolher; A banalização do vício em drogas: um olhar preocupante; Detector de som através de vibrações para deficientes auditivos; Projeto mecânico e instalação de um sistema autossustentável de resfriamento de ambientes com reaproveitamento de águas pluviais; Fotossensibilizador natural para larvas do Aedes Aegypti e Uso do sig no estudo de escolas seguras na prevenção de perigo de inundação, no município de Ubatuba.